Dossiê · LinkedIn
Dossiê LinkedIn: rede profissional como instrumento de pesquisa
Vinte e seis notas sobre a rede em que o comprador já está identificado. Do dwell time à penetração de conta, o que a plataforma deixa inferir e o que ela só parece dizer.
Os 5 capítulos
Capítulo 01
Busca, perfil e o que é indexado
- Thought leadership não é opinião: documentar vence
- Thought leadership no LinkedIn: documentar, não opinar
- LinkedIn B2B: da observação ao ponto de vista defensável
- Employee advocacy: distribuição sem depender de anúncio
- Distribuição orgânica no LinkedIn: dwell time e comentário
- LinkedIn para ABM: Sales Navigator e penetração de conta
Capítulo 02
Leitura e distribuição orgânica
Capítulo 03
Rede, conexões e alcance
- Seguidores e conexões: o que cada relação alcança
- Ritmo de publicação no LinkedIn: o segundo post
- Comentar posts de terceiros como sinal de intenção
- Visita ao perfil no LinkedIn como sinal de intencao de conta
- Enquetes no LinkedIn como pesquisa estruturada
- Perfis relacionados no LinkedIn como grafo de adjacência
Capítulo 04
Do sinal ao brief
- Artigos e newsletters do LinkedIn como superfície
- Grupos do LinkedIn como comunidade profissional de pesquisa
- Do sinal ao brief: um documento que aguenta revisão
- Verificação de identidade: quanto basta para citar um cargo
- Comparar concorrentes no LinkedIn sem inflar o dado
- Um post publicado prova que ele foi publicado
Capítulo 05
Comparação e decisão
Leitura de método que atravessa o dossiê
- Nota de método pública: o que declarar para ser citadoMotores generativos citam o que podem verificar. Uma nota de método curta, publicada junto ao artigo, é o que permite a um terceiro citar o trabalho sem adivinhar.
- Separar sinal de ruído: três camadas de evidênciaRuído em pesquisa de plataforma tem forma, e por isso se parece com sinal. Este texto descreve como separar variação de mudança, propõe três camadas de evidência com uma regra de precedência, e explica o que fazer quando as camadas discordam, que é o caso mais comum e o mais mal resolvido.
- Do sinal ao brief: um documento que aguenta revisãoUm brief de pesquisa B2B não é um resumo de achados. É uma pilha de decisões explícitas que sobrevive à troca de analista e à passagem do tempo.
- Glossário de termos nativos como camada de buscaO mesmo assunto aparece em três vocabulários: o do usuário, o da plataforma e o do setor. Só o primeiro é matéria-prima de busca.
Todas as notas de LinkedIn
- Índice temático vale mais que busca que já sabe a resposta
- Indicador aposentado sem nota de óbito continua citado
- Um post publicado prova que ele foi publicado
- Comparar concorrentes no LinkedIn sem inflar o dado
- Verificação de identidade: quanto basta para citar um cargo
- Do sinal ao brief: um documento que aguenta revisão
- Grupos do LinkedIn como comunidade profissional de pesquisa
- Artigos e newsletters do LinkedIn como superfície
- Perfis relacionados no LinkedIn como grafo de adjacência
- Enquetes no LinkedIn como pesquisa estruturada
- Visita ao perfil no LinkedIn como sinal de intencao de conta
- Comentar posts de terceiros como sinal de intenção
- Ritmo de publicação no LinkedIn: o segundo post
- Seguidores e conexões: o que cada relação alcança
- LinkedIn e domínio próprio: a cópia não supera o original
- Vagas abertas como sinal de demanda no LinkedIn
- Documento e carrossel no LinkedIn: o formato padrão
- LinkedIn como busca: onde o comprador procura
- Newsletter do LinkedIn: audiência que não se possui
- Comentar é distribuição: participar no LinkedIn
- LinkedIn para ABM: Sales Navigator e penetração de conta
- Distribuição orgânica no LinkedIn: dwell time e comentário
- Employee advocacy: distribuição sem depender de anúncio
- LinkedIn B2B: da observação ao ponto de vista defensável
- Thought leadership no LinkedIn: documentar, não opinar
- Thought leadership não é opinião: documentar vence